segunda-feira, 6 de julho de 2009

PV foi fraco diz leitor do Blog

"Infelizmente na vida político partidária decisões precisam serem tomadas e por meio delas sobressaem o verdadeiro e inequívoco intuito dos tomadores das referidas decisões.
Infelizmente, no primeiro canto da sereia dos incompetentes e malversadores petistas, o PV, partido no qual ainda contemplo, foi fraco e prestou-lhes subserviência.
Esperemos que num futuro próximo, este quadro mude, é que os doutos integrantes deste importante partido, tomem decisões no sentido de apoio a quem efetivamente possui projeto político comprometido não somente com as causas ambientais, mas especificamente, com os problemas sociais que afligem de cheio nossa população. "
Oculista

domingo, 5 de julho de 2009

O que você precisa saber para fazer um planeta melhor

Entenda porque é tão importante reduzir o consumo de três itens imprescindíveis nos dias de hoje: água, energia elétrica e combustíveis
ÁGUA Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.

ENERGIA ELÉTRICA O consumo cada vez maior requer a construção de mais usinas hidrelétricas e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. O simples gesto de desligar as luzes dos ambientes, quando estiverem vazios, pode ajudar a evitar isso.

COMBUSTÍVEIS A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, “nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o CO2 jogado na atmosfera”. Pense nisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da esquina.

fonte: planeta sustentável

sábado, 4 de julho de 2009

Lixo doméstico: o que fazer?

Pilhas e baterias

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica como lixo perigoso as pilhas e as baterias que apresentem, em suas composições, substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo e cádmio, pois podem contaminar o solo e a água, além de, em contato com o homem, causar dano ao cérebro, rins e pulmões.

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determina que esses produtos sejam entregues pelos usuários aos estabelecimentos que os comercializam.

O Conama também estabeleceu limites nos níveis de metais para a fabricação, importação e comercialização de pilhas e baterias. Por isso, os fabricantes nacionais reduziram a carga poluente de alguns produtos, permitindo seu descarte no lixo comum.

Não podem ser descartadas no lixo comum: baterias com níquel cádmio utilizadas em celulares, telefones sem fio e outros aparelhos com sistemas recarregáveis; baterias de chumbo ácido usadas em algumas filmadoras de modelo antigo e em veículos; e pilhas de óxido de mercúrio, usadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle.

Podem ser descartadas no lixo comum: pilhas secas (dos tipos zinco-manganês ou alcalina-manganês), utilizadas em aparelhos como máquinas fotográficas, rádios, brinquedos, entre outros; e pilhas e baterias portáteis (tipo lithium, lithium ion, zinco-ar, niquel metal, hidreto, pilhas e baterias botão ou miniatura), encontradas em jogos, brinquedos, ferramentas elétricas portáteis, informática, lanternas, equipamentos fotográficos, rádios, aparelhos de som, relógios, agendas eletrônicas, barbeadores, instrumentos de medição, de aferição e equipamentos médicos.

Anualmente são vendidas cerca de 800 milhões de baterias e pilhas no Brasil. Se um milhão de consumidores conscientes derem a elas o tratamento de descarte adequado, 30 milhões de pilhas serão desviados dos lixões e aterros.

Medicamentos

Deixe os remédios que estiverem fora de prazo em drogarias e farmácias (inclusive as de manipulação), e entregue restos de medicamentos que ainda podem ser utilizados nos Centros de Saúde. Esses locais estão obrigados a atender à Resolução nº 358, de 29 de abril de 2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde

Óleo de cozinha

A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia também pode contribuir para diminuir o aquecimento global, pois sua decomposição emite metano, um dos principais gases que causam o efeito estufa.

O óleo deve ser acondicionado em sacos plásticos ou em uma garrafa PET e encaminhado a empresas que o transformam em produto de limpeza ou biodiesel. O material também pode ser levado para Organizações Não-Governamentais, que o encaminham para as empresas.

Algumas lojas do Pão de Açúcar na Região Metropolitana de São Paulo também passaram a receber óleo de cozinha (a lista está disponível no site

O óleo também pode ser utilizado, pelo próprio consumidor, para se fazer sabão. Confira a receita:

Ingredientes:
  • 5 litros de óleo de cozinha usado
  • 200 mililitros de amaciante
  • 2 litros de água
  • 1 quilo de soda cáustica em escama
Modo de preparo:

Com cuidado, ponha a soda em escamas no fundo de um balde plástico. Depois, adicione a água fervendo e mexa até diluir a soda. Acrescente o óleo e continue mexendo. Misture bem o amaciante. Jogue a mistura em uma forma. No dia seguinte, cortar as barras de sabão.

Lixo doméstico: tempo de degradação.

Tempo de decomposição dos resíduos

Tempo de decomposição dos resíduos

Diretório Regional sugere nome de membro do Paju para Deputado Estadual.

Em almoço realizado ontem (03/07) com membros do Grupo Paju, o Deputado Gabriel Guerreiro (PV) afirmou que o diretório regional aposta no nome do médico Erik Jennings para concorrer a uma vaga a Deputado Estadual. "O PV regional quer apostar em um nome novo, com potencial. Queremos fazer diferente, apostar nos novos nomes que estão surgindo", afirmou o deputado. O deputado ainda brincou " E vc Érik, não tem escolha!".
Dr Érik ficou de pensar assunto, discutir com os membros do grupo e principalmente dentro do partido.
Na reunião foram tratados também o novo posicionamento do PV em Santarém e a conjutura política estadual.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

E Agora PV? PV Para onde?




Depois de 04 anos na oposição ao governo de Maria do Carmo, o PV de Santarém embarcou no barco petista de mala e cuia. Pela primeira vez nos últimos quatro anos o PV reuniu considerando os contrários existentes no partido. Dois grupos, um composto pelos “new verdes” defendeu a permanência do partido na oposição e o segundo grupo os “old verdes” defendeu a ida sem questionamentos do partido aos braços dos agora, “amados companheiros petistas”. Embora vencidos, nós gostaríamos de informar que continuaremos no partido e sobre a referida decisão gostaríamos de fazer a seguinte consideração:

O PV santareno pela primeira vez teve a oportunidade de se mostrar ativo, independente, propositivo e perdeu a oportunidade. O PV tem quadros, tem propostas, tem história, tem simpatia da sociedade, tem capacidade de articulação e não pode mais adiar o resgate da sua credibilidade, a restauração e consolidação da sua imagem de partido alternativo e independente. Com a ida aos braços dos “amados companheiros petistas” acovardou-se e teve medo de ocupar uma posição de vanguarda nos conceitos, nos conteúdos e nas formas de fazer política. Esqueceu-se de levantar as bandeiras, os sonhos e a vitalidade criativa que continuam adormecidos, acomodados.

Com as notícias do aquecimento global, com a saturação do trânsito, com a explosão da violência, com a persistência das desigualdades, com o agravamento crescente da qualidade de vida (devido à devastação implacável dos recursos naturais), a sociedade está cada dia mais consciente da importância das soluções verdes. Portanto, era hora de nos apresentarmos como alternativa consistente para reverter esse cenário e oxigenar a política em Santarém, mas perdemos essa oportunidade. Nos anos 80, na fundação do PV, quando o partido falava de reciclagem de lixo, despoluição do rio, planejamento urbano equilibrado, saneamento, ciclovias, redução de gases poluidores, consumo consciente, economia sustentável e fontes energéticas limpas, as pessoas achavam que era algo distante, supérfluo, coisas teóricas. Hoje, a maioria sabe e sente na pele, nos olhos, nos pulmões e nos cérebros estressados os reflexos desse modelo de desenvolvimento ambientalmente descontrolado e socialmente injusto.

Vivemos uma política medíocre, mesquinha, ultrapassada, repetitiva. O PV ao apoiar o PT, ficou passivo e acomodado, aceitando esta situação. Deveríamos ser provocadores, fazendo com que os demais partidos acordem para outras possibilidades. Fizemos isso no começo, influenciando todos os demais partidos a incorporarem a pauta ecológica nos seus programas e campanhas (embora, ainda hoje, muitos desses programas tratem de sustentabilidade apenas na superfície a exemplo do governo petista em Santarém).

Não podemos seguir os mesmos passos dos velhos partidos, das antigas práticas, dos abomináveis acordos de bastidores. Tanto quanto a energia solar, precisamos da política solar, feita às claras, sob o calor e a luz do sol. E é isso que queremos propor para não afundarmos na lama que prevalece no “toma lá da cá” da política tradicional em Santarém.

Devemos pensar política partidária de outro viés, que não esse hoje estabelecido pela quase totalidade dos nossos representantes políticos na cidade. Ano que vem tem eleição, então vamos imaginar uma campanha transparente, leve, afetuosa, criativa. Vamos Imaginar um discurso diferente da ladainha que ouvimos sempre. Vamos imaginar uma campanha cheia de idéias inovadoras. Se podemos imaginar, também podemos reinventar a política, as campanhas e as formas de usar o poder. Podemos transformar a campanha e a cidade num canteiro de idéias, num pólo de inovação urbana, num movimento coletivo movido pelo entusiasmo. Não apenas buscando votos, mas, sobretudo, provocando mudanças de atitudes.

Foi assustador para os “new verdes” ouvir declarações de que a “única alternativa” do PV seria apoiar o partido tal, que tem estrutura, dinheiro... Ou que vereador que quiser reeleição terá que se “vender” ao poder executivo para que este possa financiar as suas ações junto aos seus eleitores. Mas como vamos transformar a nossa cidade, o nosso país e o nosso planeta se praticarmos as mesmas coisas que deixam a cidade, o país e o planeta do jeito que estão? O que justifica nos aliarmos às velhas forças que mantêm este modelo de desenvolvimento que tanto queremos mudar? Como vamos influenciar mudanças de paradigmas se nos submetermos aos velhos padrões?

Ao nos abraçarmos aos “amados companheiros petistas” nos acomodamos e comodismo custa muito. Custa a nossa alma, a nossa identidade, a nossa capacidade de sonhar e viver com esperanças! Mas ousadia não custa nada! Uma política idealista não deve ser baseada em campanhas caras e tradicionais. Em vez de carreatas, usaremos bicicletas, canoas a vela. Em vez de megaplanfletagens que sujam a cidade, podemos usar arte para chamar a atenção e fazer pensar. Em vez de comícios, podemos usar redes de comunicação digital ou o velho e infalível boca-a-boca, ou melhor, coração-a-coração.

Aliás, campanhas não deveriam ser voltadas para arrecadar dinheiro, e sim para difundir idéias, conceitos e motivar novas atitudes. Para criar redes de articulações por mudanças. Não dá prá guardar sonhos e projetos para quando conseguirmos milhões. Aliás, se nos preocuparmos primeiramente em conseguir milhões haverá um grande risco de deixarmos os sonhos e ideais para segundo plano.

Ao nos abraçarmos aos “amados companheiros petistas” repetimos as velhas formas que consomem milhõe$, que dependem de “militância” paga, que poluem e que realimentam a idéia de que seremos sempre dependentes do poder financeiro. Tá na hora de mostrar e trilhar outros caminhos. Faz-se importante afirmar ao nosso vereador do PV na câmara municipal de Santarém que só é possível mudar uma cidade e um País, mudando conceitos, visões, percepções e atitudes. O voto, senhor vereador, não deve ser o nosso objetivo primeiro, deve ser o resultado da nossa capacidade de sensibilizar consciências. Ao nosso vereador vamos além. Entendemos que o PV não pode usar os velhos jargões da política tradicional, afogando-se na mediocridade da matemática política. Em vez de “coeficiente eleitoral” precisamos pensar em “eleições eco-eficientes”.

Não que fechemos as portas para dialogar com outros seguimentos políticos, mas quando isso acontecer temas como: economia solidária; zoneamento ecológico-econômico (ZEE), produção e consumo sustentáveis; indústria comunitária; reciclagem participativa; softwares livres; tecnologias sociais; redes colaborativas; informação livre; cultura digital; diversidade cultural; economia criativa e inclusiva; ética nas relações ou inovação radical no transporte, na educação, na saúde, na urbanização, no saneamento e na gestão pública e saúde como prioridade para o cidadão deverão estar nas pautas para construirmos um diálogo sobre propostas de políticas públicas e não simplesmente uma negociação de cargos para militantes ligados a um determinado vereador ou a ocupação de cargos na administração municipal.

Mesmo respeitando a decisão do partido em apoiar os “amados companheiros petistas” continuaremos a acreditar na construção de uma nova cultura política e, sobretudo, um novo desenvolvimento para Santarém, que possa promover a sensibilidade, a felicidade, a sustentabilidade, onde os melhores valores humanos estejam no foco central.

Grupo Paju defende oposição ao governo do PT

O nosso grupo de amigos, ora chamado "New Verdes" ora "Paju" que resolveu adentrar o PV- Partido Verde ainda em fevereiro gostaria detecer alguns comentários importantes para contextualizar e tornar este debate produtivo extramuros do partido.
A decisão do grupo de defender a permanência do PV enquanto oposição se baseia nos pilares do que compreendemos como política partidária e também reflete nossos valores e princípios.A escolha do PV como bandeira política por nosso grupo está explicada na carta aberta que publicamos em:http://blogdopaju.blogspot.com/2009/05/carta-aberta-respeito-de-uma-filiacao.html
Nossa escolha pelo partido verde se deu por uma ideologia de vida e não por uma conveniência de combinações e oportunidades. A dinâmica política força a salutar necessidade de debater dentro dopartido os rumos que este tomará diante das conjunturas , regionais, estaduais e federais. Felizmente vivemos em um período e em um país onde existe a liberdade, para aqueles que tem coragem, de defender as idéias através de argumentos e com isso convencer as pessoas a escolherem o lado a ser defendido. Esse exercício deve ser reforçado diariamente dentro das agremiações partidárias, sem assembleísmo ou burocratização. A democracia é um exercício constante de aprendizado e práticas baseadas em princípios éticos e legais e é isto que defendemos. Especificamente sobre a transição de oposição para situação, temos as seguintes considerações a fazer:
A principal motivação desta transição radical foi a ruptura entre PV eDEM, aliado passado em função da perseguição que o DEM promoveu contrao legítimo direito do vereador e presidente do PV de Santarém,vereador Valdir Mathias Júnior.Não somente apoiamos como defendemos a ruptura dos laços entre PV e DEM que além de prejudiciais ao partido trouxeram uma vinculação a um grupo notadamente contrária aos nossos princípios citados acima.É preciso repensar o partido como alternativa a uma polarização que só trouxe retrocesso para nossa cidade. Este é o momento do PV atingir amaturidade e ter a coragem necessária para trilhar seus próprios caminhos sem interferências, especialmente de péssimos exemplos deética.O PV, por se dedicar com maior afinco sobre as políticas públicas voltadas às relações da sociedade com o meio ambiente compreende que a pedra fundamental que deve guiar as diretrizes do partido é a ÉTICA.Os princípios éticos devem balizar não somente as condutas e práticas dos indivíduos como da própria sociedade e o poder legislativo é o local onde ambas devem se encontrar. A chave para um convívio harmonioso entre homens e entre homens e natureza é o RESPEITO aos princípios humanistas que norteiam as sociedades modernas que consideram a necessidade de fortalecimento das instituições, o pluralismo ideológico, o racionalismo e a necessidade do contraditório.Estes princípios precisam ser trazidos e resgatados junto ao meio político tão carente de credibilidade, especialmente o legislativo brasileiro que não encontra respaldo popular do Senado à menor câmara de vereadores.Sobre a necessidade de oposição.Compreendemos que um regime democrático digno do nome necessita de debate, de contestação, de argumentação. Como diria Churchill "Ninguémpretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se ditoque a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos".Um estado sem oposição não pode ser democrático. O totalitarismo e as pseudo-democracias totalitárias e autocráticas não são nem nunca foramo melhor caminho. É natural que um governo tenha maioria no legislativo, entretanto, quando um governo passa a ter maioriaa bsoluta é preciso que a sociedade fique alerta e atenta sem fiscalização é um cheque em branco para o grupo que está no poder usa-lo da forma com bem entenderem.
O que temos observado em nossa querida, porém maltratada cidade é justamente a falta de contraponto, falta de exigências, falta de fiscalização, falta de uma postura participativa da sociedade,resumindo, falta de responsabilidade nas tomadas de decisão dos rumos da cidade. A maior evidência disto é um legislativo omisso, passivo,reativo e descompromissado em exercer seu papel.A falta de credibilidade que a classe política local impõe tem deixado a sociedade cada vez mais apática e sem esperança de que algo possa mudar.É nesta lacuna que o grupo "PAJU" acredita que é possível construir uma imagem diferente, separada de tudo o que se apresentou até agora que trouxe Santarém a uma condição de piora da qualidade de vida nas ultimas décadas. O clima da cidade é ruim e pessimista e isso reflete e é reflexo da falta de alternativas e de lideranças que possamrepresentar de maneira diferente os anseios da sociedade.Diante do exposto, justificamos a necessidade de manutenção do PV na OPOSIÇÃO a este governo pelos seguintes motivos:
1) O governo anterior/atual absolutamente ignorou a questão de meio ambiente na cidade. Não promoveu políticas públicas pro-ativas e modernas para tornar a cidade mais agradável, limpa e desenvolvida dentro dos padrões modernos. Este governo que tem boas chances de piorar em relação á gestão anterior em função das coligações e necessidades de cargos pormenorizou a secretaria de meio ambiente na cidade mais visada do mundo em relação às questões ambientais. talvez nenhuma cidade da amazônia tenha recebido o ministro do meio ambiente com mais freqüência que Santarém e ainda assim trata-se a questão ambiental como um problema menor.
2) O governo anterior/atual não priorizou a transparência pública.Conduziu contratos de forma nebulosa e adotou práticas deploráveis como nepotismo, perseguições, inoperância e falta de atitude diante degraves problemas locais. Consideramos que o PV não pode compactuar com governos que adotam práticas arcaicas de política onde oligarquias governam em causa própria.
3) Necessidade do exercer um papel de fiscalização rigoroso da condução da gestão pública, principalmente neste mandato onde enormes concessões a outros partidos foram feitas originando "oportunidades"de condutas criminosas.
4) Santarém necessita de uma alternativa ao que tem se apresentado politicamente e boa parcela da sociedade carece de um porta-voz das insatisfações diante de uma camara cooptada por cargos em troca desilêncio.
5) Santarém precisa inovar na proposição de políticas públicas que visem a melhoria da qualidade de vida da população através de legislações coerentes e exequíveis. Para isto precisa de um legislador responsável, propositivo e que se diferencie do mar de bajulação e complacência diante da calamitosa situação da cidade.
6) Honrar os compromissos assumidos em campanha dando credibilidade ao cargo ocupado pelos milhares de eleitores que o elegeram pela postura amplamente reconhecida de grande opositor da gestão passada.
7) Implementar os princípios éticos que norteiam as diretrizes do PV no mundo tornando o cargo público uma extensão dos princípios defendidos pela nova geração que está absolutamente insatisfeita com os rumos que a política tem tomado. É preciso resgatar a CREDIBILIDADEd o legislativo e isso só acontecerá mediante atitudes dignas de um legislador
Estes são os argumentos que o Grupo PAJU defende para a manutenção do vereador Eleito Valdir Matias Junior, presidente do PV de Santarém, na oposição.Lembramos que esta oposição deve ser caracterizada por uma postura responsável e, através da independência de um grupo adversário poder apoiar o governo nas ações que são consideradas benéficas pelo partido para a melhoria da cidade.A posição de independência dá liberdade ao legislador de agir segundo orientação do partido, sem ranços, sem disputas mesquinhas e sem anecessidade de se calar por estar na situação. É isto que defendemos.
Caberá ao Vereador Valdir Matias, representante do cargo que pertenceao Partido Verde aceitar a opinião do partido e despontar como uma liderança jovem, promissora e ética que não se deixa levar pelo canto das sereias imediatistas em troca de cargos e outras benesses que o governo proporciona somente por 4 anos.
Nós do grupo PAJU defendemos o fortalecimento do partido através da diferenciação dos demais partidos elas idéias, pelas propostas, pela postura firme diante de crimes contra o erário, pela aplicação de políticas públicas que objetivem a melhoria da qualidade de vida contemplando todas as variáveis relacionadas e principalmente pela postura ética em um mundo de valores tão voláteis.
Santarém, 30/06/09, 17 hs
GRUPO PAJU