quarta-feira, 28 de abril de 2010

Leitores do Blog citam ruas esburacadas

Alguns desabafos de leitores sobre a campanha " Como está a sua rua?"

Anônimo disse...
PESSOAL DO PAJU, A NOSSA RUA ESTÁ TÃO ESBURACADA E DESPRESTIGIADA QUE O ALFALTO SÓ CHEGOU NA AV. CUIABÁ. APARTIR DAÍ A NOSSA ANTIGA AV. MARECHAL RONDON, POIS MUDAMOS O NOME, HOJE ESSE PEDAÇO DESPRESTIGIADO CHAMA-SE AV. CABO RONDON (ENTRE SANTARÉM CUIABÁ ATÉ UM MURO DE UM SABIDÃO QUE FEIXOU A AVENIDA). ESTÁ PRATICAMENTE INTRAFEGÁVEL.

Mário Borges disse...
Paju, a rua Luis Barbosa no segundo e terceiro quarteirão que vem da Tapajós, está uma cratera de lua, tem tanto buraco que está para ser intrafegada, tem um buraco enorme no meio da rua que está quase de um tamanho de um carro. Vào lá para ver. E olha que o asfalto ali era novo!

Eglis Leal disse...
A Avenida Rosa Passos, que atravessa os bairros da Prainha, Santíssimo e Livramento está em boas condições, exceto em alguns cruzamentos em que se formaram crateras, sem qualquer manutenção.
Outro problema é que, como as ruas D. Frederico Costa, Curuá-una e Turiano Meira estão intrafegáveis, o tráfego na Rosa Passos aumentou muito, inclusive de caminhões acima de 1,5 tonelada (desrespeitando a sinalização), aumentando a insegurança e o número de acidentes.
Sem manutenção e com esse tráfego, a tendência é que o asfalto da Rosa Passos acabe.

Beto disse...
A presidente vargas, no trecho por trás do cemitério, galdino veloso entre mendonça e alvaro adolfo, rua alvaro adolfo do trecho que vai da feira agropecuária até a curua-una, av. Muiraquitã da sergio heinn até a curua-una.. enfim são tantas...

Anônimo disse...
Ótima iniciativa, como se faz para participar? E depois que tivermos com tudo isso pronto, o que será feito? Pq buraco em rua todo mundo sabe que tem, mas não sabe o que fazer agora, vamos ter que esperar mais 2 anos para que se mude de prefeitura e talvez fazer com que melhore.

Leticia disse...
Muito boa essa campanha, são de pessoas com esse tipo de iniciativa que nossa cidade precisa.Concoro com Mario Borges ao falar da Luis Barbosa, tem um buraco que ja jogaram ate lixo para que os carros não caim nele...é lamentavel o descaso que estamos vivendo

patrick paiva disse...
concordo com o comentário acima (Eglis Leal). Estou bem ciente deste fato. Faço as palavras dele as minha.

Com a palavra (e esperamos com  ação) a Prefeitura de Santarém

National Geographic revela que na cidade de Santarém, no Pará, se encontram o que talvez sejam as cerâmicas mais antigas das Américas

ALEXANDRE MORENO
contato@agenciaamazonia.com.br

SÃO PAULO – Comemorando 10 anos no mercado editorial brasileiro, revista embarca na expedição do arqueólogo Eduardo Neves e descobre uma Amazônia de mil anos atrás até hoje desconhecida, onde uma população de mais de cinco milhões de habitantes já usufruíam de uma sofisticada cultura.

Em maio de 2000, a revista National Geographic desembarcava no Brasil por meio do licenciamento da marca pela Editora Abril. Hoje, ao completar 10 anos de sucesso no mercado editorial brasileiro, a publicação segue cumprindo sua missão de levar conhecimento e beleza aos seus leitores, e apresenta uma história de (re)descobrimento do Brasil com fatos inéditos ao senso comum - e até ao acadêmico. Coordenada pelo brilhante arqueólogo Eduardo Neves, uma expedição aos sítios da Amazônia levanta fortes indícios da existência de civilizações com origens pré-coloniais, revelando autores de uma arte sofisticada. A reportagem de capa da edição de aniversário de National Geographic Brasil, assinada pelo próprio Neves, interpreta com maestria as descobertas deste passado achado nos sítios arqueológicos.

Nas páginas de National Geographic Brasil de maio, os leitores terão acesso a dados que contrapõem o que se aprende nas escolas sobre a história do Brasil. A Amazônia estava repleta de sociedades indígenas no ano 1000, algumas hierarquizadas, lideradas por chefes supremos, capazes de comandar um exército de guerreiros. Com uma população estimada em mais de 5 milhões de pessoas, a maior floresta tropical do planeta nesta época já era berço de profundo florescimento cultural. Antes mesmo de a Renascença surgir na Itália, cerâmicas com padrões gráficos sofisticados já eram produzidos em Marajó e nas regiões de Manaus e Santarém - esta, talvez, seja a cidade brasileira mais antiga com origens pré-coloniais.

Em sua reportagem, Neves informa que em Santarém se encontram o que talvez sejam as cerâmicas mais antigas das Américas, nos sítios de Taperinha e da Caverna da Pedra Pintada, com datas que podem chegar a 6000 anos a.C. Por esta razão, Santarém é considerada pelos arqueólogos a cidade brasileira mais antiga com origens pré-coloniais. O arqueólogo acredita que, à medida que as pesquisas avançarem, novas surpresas sobre o passado surgirão. Ele lembra, porém, que os arqueólogos disputam uma corrida contra o tempo: a ocupação desenfreada da Amazônia pode destruir não só o seu futuro, mas também o seu passado.

Eduardo Neves, o autor da reportagem de capa da edição de aniversário de National Geographic Brasil, é graduado em História pela Universidade de São Paulo e Doutor em Arqueologia pela Universidade de Indiana, EUA. É professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, onde ensina na Graduação e Pós-Graduação. É credenciado para lecionar e orientar no programa de pós-graduação em Ciências do Ambiente da Universidade Federal do Amazonas. Foi consultor para a implementação do Curso Superior de Tecnologia em Arqueologia da Universidade do Estado do Amazonas. Lecionou e orienta projetos acadêmicos na Universidad del Centro de La Provincia de Buenos Aires, Olavarría, Argentina. Realiza pesquisas e orienta trabalhos acadêmicos na Amazônia brasileira, principalmente em sua porção ocidental. É presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira (Biênio 2009-2011).

Nota do Blog: Só não pode a Prefeita Maria do Carmo do PT usar essa notícia pra justificar a existência de tantos buracos nas ruas de Santarém

sábado, 24 de abril de 2010

MARINA SILVA: UMA CANDIDATA DE PRINCÍPIOS

Para quem não gosta de Marina....
Sáb, 24 Abr, 08h48

O discurso eleitoral da pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, chegou às páginas da revista britânica The Economist. "De vez em quando, surge um político que parece ter muitos princípios para ser jogado na briga canina eleitoral", diz a publicação, destacando que Marina "parece ser uma candidata desse tipo".
Em um breve perfil, a revista apresenta a senadora como "outra Silva" - em referência ao sobrenome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva -, e menciona sua história no Acre e na campanha ambiental ao lado de Chico Mendes. Exemplifica ainda sua postura com sua saída silenciosa do Ministério do Meio Ambiente: "Ela se negou a criticar Lula publicamente", diz o texto. Na campanha presidencial, contudo, Marina faz uma leve oposição ao presidente, diz a reportagem, ao afirmar que o País precisa reduzir a carga tributária e ao criticar a política externa atual.
O principal tema de sua campanha, no entendimento da The Economist, é a defesa da responsabilidade moral do Brasil em se tornar uma economia de alta tecnologia e baixa emissão de carbono, como exemplo para outros países em desenvolvimento.
Marina deve chegar hoje a Washington para participar de eventos em homenagem ao Dia da Terra, celebrado na última quarta-feira. A candidata deverá se encontrar com políticos americanos ligados à causa ambiental. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Nós já sabíamos

Artigo de Evaldo Viana, publicado pelo blog irmão Blog do Jeso.  O artigo mostra o motivo de oferecermos Tucunaré ao molho de Camarão ao invés de Candiru mal passado.

O povo paraense, como o brasileiro de forma geral, paga muito imposto (no sentido amplo). Paga muito – em torno de 37% de tudo que ganha e produz – e não faz a menor idéia de como o governo estadual gasta os bilhões de reais que ingressam no tesouro estadual.
Poderia ser diferente. O povo paraense poderia, pois é um direito de todo cidadão, saber que só de ICMS pagou, em 2009, quase cinco bilhões de reais, que, somados a recursos de outras fontes, como o Fundo de Participação dos Estados e outras transferências governamentais, irrigaram os cofres do estado com R$ 10,55 bilhões
E o que é feito desta bilionária fortuna? Sinceramente, não sei.
Mas deveria ser manejada, usada e utilizada pra melhorar principalmente os serviços de Educação, Saúde e Segurança. Além disso, deveria ser aplicada na melhoria da infraestrutura das estradas estaduais e na construção de obras da alçada do governo estadual.
Se ignoro o destino completo destes recursos, a análise perfunctória da prestação de contas do governo estadual, por meio dos relatórios resumidos de execução orçamentária – RREO – permite conhecer o quanto foi gasto em obras e aquisição de bens de capital.
Nos últimos 7 anos, período que abrange o governo Simão Jatene e os três primeiros anos do governo Ana Julia, as despesas com investimentos se deram assim:
Em 2003, primeiro ano do governo Jatene, as receitas orçamentárias à disposição do Estado totalizaram R$ 4,47 bilhões, dos quais R$ 425,57 milhões foram canalizados a investimentos em obras e bens de capital. Os investimentos, em termos relativos, totalizaram 9,51%.
Em 2004, as receitas orçamentárias somaram R$ 5,09 bilhões, dos quais R$ 539,85 milhões receberam o carimbo de investimentos, o que representa 10,61% do total das receitas.
Em 2005, o governo Jatene destinou R$ 689,42 milhões para obras e bens de capital. Como as receitas orçamentárias somaram R$ 5,83 bilhões, os investimentos representaram 11,81% do total das receitas do Estado.
Em 2006, o governo Estadual, sob o comando de Simão Jatene, investiu em obras e bens de capital R$ 951,6 milhões de uma receita total de R$ 6,95 bilhões. Os investimentos representaram, neste ano, 13,69%. A média de investimentos do governo Simão Jatene foi de 11,41%.
Em 2007, primeiro ano do governo Ana Julia, as receitas orçamentárias do Estado somaram R$ 7,92 bilhões, dos quais R$ 491,70 milhões foram canalizados para obras e aquisição de bens de capital, o que representa investimentos da ordem de 6,22%.
Em 2008, as receitas do governo estadual totalizaram R$ 9,73 bilhões, com investimentos de R$ 1,04 bilhão, ou, em termos relativos, 10,73% do total das receitas orçamentárias.
Em 2009, o governo Ana Julia teve sob sua guarda R$ 10,59 bilhões, dos quais R$ 827,32 milhões corresponderam a aplicação em obras e aquisição de bens de capital, o que representa investimentos da ordem de 7,84%. Média de investimentos dos três anos de governo Ana Julia: 8,26%.
O governo do estado, é óbvio, tem obrigações, dentro de sua esfera de competência, para com os municípios paraenses e em cada um deles tem o dever de Investir guiado por critérios técnicos os mais justos possíveis. Dentre esses critérios, um avulta como o mais razoável, adequado e justo: o critério populacional.
Por esse critério, o município de Santarém, cuja população correspondente a 4,85% de todo o Estado, seria merecedor de igual proporção dos recursos destinados a investimentos.
Assim, no quadriênio do governador Simão Jatene, Santarém faria jus a investimentos, oriundos do governo do Estado e em obras na esfera de competência do governo do Estado, da ordem de R$ 126,41milhões.
Já nos três anos do governo Ana Julia, por semelhante critério, o município de Santarém deveria ter sido destinatário de investimentos provenientes do governo do Estado da ordem de R$ 114, 41 milhões.
A pergunta é: Santarém recebeu dos governos Simão Jatene e Ana Julia recursos para investimentos que lhe eram de direito?
Ninguém melhor do que o deputado Alexandre Von poderia responder a essa pergunta, pois sendo do partido do ex-governador e festejado técnico da área de finanças públicas, teria segurança e tranqüilidade para apontar em que obras o Estado investiu o montante de R$ 126,41 milhões.
Talvez o trabalho do deputado Von não seja dos mais difíceis, pois o povo de Santarém sabe perfeitamente que o governo Simão Jatene construiu um Hospital Regional, avaliado em mais de R$ 80,0 milhões; empenhou, no último ano de governo, em torno de R$ 45,0 milhões para a pavimentação da PA que liga Santarém a Curuá-Una; e empenhou, também em 2008, em torno de R$ 12,0 milhões para a pavimentação da estrada que liga Santarém a Mojuí dos Campos.
Somados, esses investimentos somam R$ 137,0 milhões. Aqui já posso dispensar o deputado Von.
Quanto à parte que diz respeito ao governo Ana Julia, aqui preciso, para apontar os investimentos do governo estadual em Santarém, dos préstimos de um deputado petista e santareno. E esse deputado não poderia ser outro, pois é o único petista santareno que é deputado: Carlos Martins.
Se pudesse teria o prazer em ajudá-lo. Não posso, pois ignoro os investimentos do governo Ana Julia em Santarém.
Como se avizinha mais uma eleição para escolha do futuro governador, ou governadora, creio ser direito de todo santareno saber quem dispensou o melhor tratamento ao nosso município.

* Evaldo Viana é servidor público federal. Escreve regularmente no blog do Jeso




A ditadura, o embargo e os buracos

Recentemente um dos membros do GRUPO PAJU esteve visitando a Ilha de Cuba. Na Oportunidade esteve na capital cubana e em outras cidades da Ilha Comunista do ditador Raul Castro. Várias foram as observações que o amigo de vento fez: O povo cubano muito educado; um excelente sistema de saúde; falta de democracia; povo vigiado pelo estado e acreditem: apesar de mais de 50 anos de embargo econômico imposto pelos norte americanos não conseguiu ver nenhum buraco nas ruas das cidades cubanas por onde andou. Enquanto isso na Santarém de Maria . . .

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Campanha "Como está sua rua ?"

O GRUPO PAJU, juntamente com outros parceiros de blogs e pessoas voluntárias lançou na semana passada a campanha "Como está a sua rua". Hoje, lançamos eletronicamente aqui no Blog. A campanha trata de um instrumento de controle da sociedade para com a pavimentação das ruas de nossa cidade. Já contamos com 10 voluntários que estão andando pela cidade e riscando em seus mapas, qual a situação da ruas, utilizando-se as cores e símbolos abaixo:




   Com as linhas acima, iremos riscar o máximo que conseguirmos das ruas da cidade, não só com ajuda dos voluntários, que já estão  com seus mapas, bem como incentivaremos a participação da população.
Com o tempo, iremos atualizar o mapa eletronicamente, aqui no blog, e em outros blogs amigos, construindo um  retrato de como está Santarém. Na escala acima, na linha verde de Bom estado, leia-se asfalto regular e não irregular. O mapa abaixo, ainda está com poucas ruas visitadas, mas já é o início dos trabalhos em um trecho da cidade.

A ídéia é criar não só um instrumento de cobrança para com a prefeitura de Santarém, bem como oferecer também um instrumento que a própria prefeitura possa divulgar suas obras. Se estiver asfaltando a cidade, mais e mais linhas verdes irão aparecer no mapa. Se não estivar cuidando da pavimentação, mais e mais linhas vermelhas irão aparecer. Também tentaremos, a cada seis meses, publicar alguns outdoors com o mapa geral da cidade e as condições de nossas ruas. Esperamos a participação de todos para riscarmos o mapa abaixo:


Esperamos a participação de todos, e com o tempo tentaremos melhorar as imagens. Estamos procurando os craques em informática para nos ajudar com os recursos da web. Mande suas idéias, fotos e informações de COMO ESTÁ A SUA RUA !
Se esta proposta for para a frente, com o tempo poderemos também mapear a cidade no sentido de como está a sua rua com relação a qualidade e quantidade de água, suprimento de energia elétrica, saneamento, arborização urbana, entre outros.