segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Nem Dilma, Nem Serra !!


Do advogado Luiz Ismaelino Valente, residente em Belém. 
Nem o Serra é o FHC, nem a Dilma é o Lula. Em busca de “popularidade”, ambos se fantasiam até de mascarado-fobó. Uma se diz “ex-terrorista”, o outro “ex-exilado”. São farinha do mesmo saco, como o Lula e o FHC. Aqueles e estes repetem o mesmo lero-lero ideológico do século passado que nem o velho Marx aguenta mais. Esse bloco carnavalesco eu já cansei de ver.
E sei que tudo se acaba em cinzas, na quarta-feira, por absoluta falta de seriedade. Comparações “burocráticas” e “tiberianas” ninguém merece: me dão mais “azia” do que ao Lula quando lê jornais. Para votar em outubro de 2010, eu quero é algo novo, diferente de “tudo isso que está por aí”.
Por exemplo, a Marina Silva, com toda a força da sua honesta fragilidade. Marina não desonrou seu sobrenome, tão comum no País, aliando-se aos maiores crápulas da política brasieira. Marina não foi o Judas da própria Marina. E, sem render-se à preguiça do analfabetismo, não hesitou em estudar, instruir-se, preparar-se para presidir o Brasil.
Por isso, ela tem um discurso deveras articulado, sem metáforas futebolísticas, baixo calão ou perdão aos patifes. A sua história de vida é verdadeira e não “romanceada”, tipo água-com-açúcar ou chororô, por filme pastelão e fiasco de bilheteria custeado pelos dólares barretianos que megaempresas arracaram, com pés-de-cabra dos cofres governamentais.
Marina era a única célula sadia no organismo governamental do lulo-petismo. Por isso, o câncer da corrupção tratou de expulsá-la, para não atrasar o cronograma da degenaração. Marina é, sem sombra de dúvida, única coisa realmente nova e boa que a gente vislumbra, hoje em dia, no horizonte nublado da política brasileira.
Que venha Marina, ou algo ainda melhor. “Menina morena, vem ver o peso do meu cantar…”, como diria o Chico Sena. Velharias – como Serra, Dilma, Ciro e os palhaços nanicos de sempre -, nunca mais!
Fonte: www.jesocarneiro.com



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